quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Unidade IV - Atividade 3 - Conceito de Currículo e o Processo de Integração de tecnologia ao Currículo

Curso: Tecnologia na Educacional: ensinando e aprendendo com as TIC
Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha.
Tutora: Deusiram de Sousa Barros Silva
Turma: B
Unidade 4 –Atividade 3 B

Conceito de currículo e o processo de integração de Tecnologias ao currículo.


Entende-se que currículo é um conjunto de saberes que vem associado a disciplinas e situações cotidianas, vindo de encontro a interesses técnicos científicos, associando-se a construção de saberes diários necessários a sobrevivência do cidadão na sociedade em que está inserido.
Nesse sentido, a adaptação destes conteúdos no currículo escolar se faz necessário a um aprofundamento tecnológico, possibilitando o entendimento das situações para que possam ser construídas pelo aluno com o auxílio de seu professor. Segundo Pedro Demo afirma que o professor antes de ser professor tem que conhecer as tecnologias.
O currículo é tudo o que vai ajudando a construir a identidade de cada ser humano. De forma mais ou menos explícita de todos os conhecimentos, experiências, vivências, são condicionantes ou promotoras do desenvolvimento humano. O Plano Tecnológico da Educação (PTE) é uma das vertentes de operacionalização do currículo.
Cabe ao professor como gestor do currículo a árdua tarefa de o adequar à clientela que atende para que faça aprendizagens significativas e ajustadas à diversidade, pois adequar não significa reduzir, antes tornar acessíveis as aprendizagens ao aluno.
Portanto, pensar no currículo como proposta de projeto de aprendizagem é preciso rever a organização, pois os alunos precisam ter interesses comuns para a escolha dos temas. Trabalhando então, a questão de grupo, de criatividade, de cidadania, da interdisciplinaridade do que o aluno já trás de conhecimento, apoiando a idéia de Piaget, onde a aprendizagem parte daquilo que o aluno já sabe, ou seja, das suas certezas provisórias em busca das respostas ás suas dúvidas.

Unidade IV- Atividade 2b-Projeto de trabalho em sala de aula com a integração de tecnologia ao currículo.

Curso: Tecnologias na educação: ensinando e aprendendo com as TIC
Unidade IV: CURRÍCULO, PROJETOS E TECNOLOGIA
Atividade: 2 B - Projeto de trabalho em sala de aula com a integração de tecnologia ao currículo.
Cursistas: Dorinalva Pereira de Oliveira
Celia Regina da Cruz Rocha
Claudia Cristina Xerente Gonçalves
Raimunda Brito de Sousa
Unidade Escolar: Escola Municipal Luís de Camões
Data: 28/09/2010


Estrutura Curricular: Ensino Fundamental


Tema: Leitura, Interpretação, Produção textual, Gráficos, Contagem numérica etc.

Dados da Aula:

O que o aluno aprenderá nessa aula?

Desenvolver no aluno a criatividade e o senso crítico, buscando melhorar a leitura, a interpretação e a redação.
Interagir com conhecimentos de informática, procurando valorizar a mesma no desenvolvimento dos trabalhos, na busca de textos e na digitação de redações coletivas.
Escrever pequenas histórias baseadas em contos antigos, transformando-os para a modernidade, relatando a história nos moldes atuais.
Duração das atividades:
10 horas ( 5 dias de 2 horas)

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno.
Os professores pesquisarão na Internet contos de fadas como Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, Chapeuzinho Vermelho, os Três Porquinhos e farão cópia para os alunos de um mesmo conto, fazendo leitura e interpretação em sala de aula. Farão em pequenos grupos redações, modificando a história para a modernidade.


Estratégia e recurso da aula:

O projeto: Leitura, interpretação e redação no mundo virtual acontecem semanalmente com a orientação da coordenadora Pedagógica Dorinalva Pereira de Oliveira, que desenvolve junto com as professoras entre elas a professora Claudia Cristina Xerente. A coordenadora de apoio Célia Regina da Cruz Rocha e a professora Raimunda Brito de Sousa, onde são responsáveis no acompanhamento do laboratório de informática, onde os alunos são dividido em grupos, dois a dois em cada computador, deverão criar uma redação coletiva em que ambos alunos deverão interagir, usando como referência o conto antigo e a vida atual, procurando modificá-lo para a atualidade. Após, quando voltarem para a sala de aula, as redações deverão ser lidas para toda a turma e trocadas para ser corrigidas por outra dupla. No final, as redações deverão ser recolhidas e levadas para correção do professor. As redações deverão ser expostas e/ou salvas em pen drive. Após, os trabalhos deverão ser apresentados em sala - de - aula pelos próprios alunos. Os grupos deverão dramatizar a história criada pelos mesmos.
O projeto é desenvolvido com a parceria dos amigos da escola, funcionários da u.e., voluntários, corpo docente e discente da escola.

As tecnologias são utilizadas de acordo com a necessidade do desenvolvimento das ações previstas no cronograma de desenvolvimento do projeto, nas quais há necessidade de digitação de textos, pesquisa em sites eletrônicos, utilização de programas do computador e busca de informações na NET.


Os Amigos da Escola colaboram com o projeto, participando e auxiliando nas aulas no laboratório de informática e biblioteca.


Percebemos que a equipe escolar participa ativamente das etapas do projeto, o que contribui de forma significativa para que ocorra o processo ensino aprendizagem.

Os conteúdos trabalhados são:

Língua Portuguesa: Produção, Leitura e interpretação.


Recursos complementares:

 Materiais didáticos. ( cadernos, livros, eva, cartolinas, jornais e revistas giz, quadro, etc).

 Material humano. (amigos da escola, comunidade local, professores, funcionários da escola, monitores/alunos).

 Tecnologia (programas word, excel, paint e outros)

 Internet

 Laboratório de informática e Biblioteca.

 Contos antigos.


Avaliação
Será considerado satisfatório, se 70% dos alunos participantes, realizarem o trabalho proposto demonstrando criatividade e sua digitação for feita da melhor qualidade possível.

Unidade IV - Atividade 2a-Socializando uma experiência com projeto em sala de aula.

Curso: Tecnologia na Educacional: ensinando e aprendendo com as TIC
Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha.
Tutora: Deusiram de Sousa Barros Silva
Turma: B
Unidade IV – CURRICULO, PROJETOS E TECNOLOGIA.
Atividade :2- SOCIALIZANDO EXPERIENCIA COM PROJETOS.



Entende-se que, trabalhar com projetos desenvolve em nossos alunos conceitos de socialização, disciplina, desenvolvimento do senso crítico, colaboração e cidadania. Os conteúdos são facilmente integrados as disciplinas trabalhadas, pois quando se trabalha com projetos os professores têm flexibilidade de acrescentar ou retirar o que precisar
Neste sentido, as tecnologias nos ajudam muito na realização das atividades, pois amplia nossas possibilidades de construção de conhecimento de forma mais global, tendo como eixo a aprendizagem significativa. Permite ainda uma avaliação processual do desenvolvimento escolar dos alunos envolvidos da reflexão permanente sobre a prática pedagógica, pois esta estratégia não se apóia em normas e regras rígidas.
O grupo constrói seu processo de aprendizagem a partir do momento em que sana dificuldades buscando aprofundamentos.
Atualmente, o currículo é uma construção social, na acepção de estar inteiramente vinculado a um momento histórico, à determinada sociedade e às relações com o conhecimento. Nesse sentido, a educação e currículo são vistos intimamente envolvidos com o processo cultural, como construção de identidades locais e nacionais
Portanto, é gratificante trabalhar com essa metodologia, pois busca em nós uma aprendizagem facilitadora onde envolve todo o corpo docente e discente da unidade escolar como também a comunidade local.

Unidade IV - Atividade 2a-Socializando uma experiência com projeto em sala de aula.

Curso: Tecnologia na Educacional: ensinando e aprendendo com as TIC
Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha.
Tutora: Deusiram de Sousa Barros Silva
Turma: B
Unidade IV – CURRICULO, PROJETOS E TECNOLOGIA.
Atividade :2- SOCIALIZANDO EXPERIENCIA COM PROJETOS.



Entende-se que, trabalhar com projetos desenvolve em nossos alunos conceitos de socialização, disciplina, desenvolvimento do senso crítico, colaboração e cidadania. Os conteúdos são facilmente integrados as disciplinas trabalhadas, pois quando se trabalha com projetos os professores têm flexibilidade de acrescentar ou retirar o que precisar
Neste sentido, as tecnologias nos ajudam muito na realização das atividades, pois amplia nossas possibilidades de construção de conhecimento de forma mais global, tendo como eixo a aprendizagem significativa. Permite ainda uma avaliação processual do desenvolvimento escolar dos alunos envolvidos da reflexão permanente sobre a prática pedagógica, pois esta estratégia não se apóia em normas e regras rígidas.
O grupo constrói seu processo de aprendizagem a partir do momento em que sana dificuldades buscando aprofundamentos.
Atualmente, o currículo é uma construção social, na acepção de estar inteiramente vinculado a um momento histórico, à determinada sociedade e às relações com o conhecimento. Nesse sentido, a educação e currículo são vistos intimamente envolvidos com o processo cultural, como construção de identidades locais e nacionais
Portanto, é gratificante trabalhar com essa metodologia, pois busca em nós uma aprendizagem facilitadora onde envolve todo o corpo docente e discente da unidade escolar como também a comunidade local.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Unidade IV atividade 1 - PENSANDO SOBRE POSSÍVEIS MUDANÇAS E CONTRIBUIÇÕES DAS TECNOLOGIAS

CURSO TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC
MÓDULO IV - ATIVIDADE 1 e 2
CURSISTA: CÉLIA REGINA DA CRUZ ROCHA


PENSANDO SOBRE POSSÍVEIS MUDANÇAS E CONTRIBUIÇÕES DAS TECNOLOGIAS


Nos dias de hoje a uma grande procura em relação as tecnologias, ou seja, digo a procura de computadores, internet está sendo de grande importância para as atividades curriculares , estes recursos tecnológicos hoje promovem dinamização nas aulas saindo da rotina do quadro-giz, essa além de contribuir com conteúdos novos estimula também a curiosidade do aluno.
Com o uso desses recursos, a atuação docente sofre profundas mudanças, o professor deve adequar-se, atualizar-se constantemente, procurar interagir com o mundo, assuntos de interesse dos alunos.
Segundo Pedro Demo, o professor que não produz não pode dar aula, porque vai contar lorota, isso não é verdade, pois o professor está em constante estudo, buscando se preparar para repassar seus conhecimentos quanto os conhecimentos editados nos livros, na internet.
O uso da tecnologia tem mudado muito nossa atuação enquanto educador, com o uso contínuo das tecnologias, o aluno passará a refletir mais, a buscar mais, pois como diz Pedro Demo temos que restaurar a escola para ela se situar no século XXI, um texto por si só não tem atrativo, ele deverá conter som, imagem, animação, ficando atrativo para que os alunos sintam vontade de ler, olhar e trabalhar durante as aulas, pois o estudante gosta de desafios.
O professor deve estar sempre atento para que o aluno não brinque no horário das aulas impedindo assim de buscar os conhecimentos que estão sendo propostos.
O professor deve orientar esta prática de tal forma que o aluno não se perda por completo, usando-a de forma adequada.
Há várias maneiras para trabalhar com a tecnologia no ensino-aprendizagem, como: criação de grupos de discussão sobre os assuntos trabalhados em sala de aula; pesquisa; projetos; construção de blogs; apresentação de slides com vídeos, fotos, vídeos produzidos pelo aluno, entre outros.

Unidade III Atividade 4 Refletindo sobre minha aprendizagem

Curso: Tecnologias na Educação: Ensinando e aprendendo com as TIC
Unidade 3 : Prática Pedagógica e Mídias Digitais
Atividade: 4 Refletindo sobre minha aprendizagem
Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha

Nos estudos já realizados, pôde-se entender que nos dias de hoje é impossível trabalhar sem o computador, nesse sentido a escola deve se preparar para adaptar com essa tecnologia, pois esse argumento tem provocado muitas escolas a introduzir o computador como disciplina curricular.
Esse curso veio de encontro com meus anseios, pois tenho aprendido bastante. A tutora do curso é muito boa e está sempre disponível a tirar nossas dúvidas. Com a questão das atividades já realizadas tive algumas dificuldades em que procuramos sanar logo de início.
Portanto, só nos resta agradecer a Deus, por ter proporcionado mais essa oportunidade, pois sabemos que quando se trata de educação a busca é constante.

Unidade III Atividade 2 - Plano de aula com vídeo da TV Escola

Unidade III Atividade 1 Análise, planejamento e excução de aula com material digital.

Curso: Tecnologia na Educacional: ensinando e aprendendo com as TIC
Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha.
Tutora: Deusiram de Sousa Barros Silva
Turma: B
Unidade III – Prática pedagógica e mídias digitais
Atividade: 1 – Análise, planejamento e execução de aula com material digital

PLANO DE AULA
Estrutura Curricular
Nível de Ensino: Ensino Fundamental inicial
Componente Curricular: Ética, Solidariedade, respeito, diálogo, justiça...
Tema: Usando vídeo em sala de aula.
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
• Compreender a importância da preservação do meio ambiente, para a sobrevivência do ser humano, plantas e animais;
• Perceber as conseqüências da poluição das águas, do solo e do desmatamento;
• Conhecer medidas favoráveis a preservação e conservação da natureza;
• Perceber-se como cidadão atuante e ciente da responsabilidade no equilíbrio do nosso planeta;
Duração das atividades
Uma aula de 50 minutos.
Estratégias e recursos da aula
Tendo em vista a necessidade de se trabalhar questões referentes a preservação do meio ambiente, acredito que o vídeo escolhido possa ser uma excelente ferramenta para sensibilizar os alunos sobre a importância de valorizar e preservar o meio em que vivemos, por meio de ações concretas e responsáveis neste sentido.
Antes de assistirmos o filme, penso em introduzir alguns questionamentos para saber qual o pensamento da turma sobre meio ambiente e sua preservação.
Em um segundo momento, assistiríamos ao vídeo e após o término do mesmo, discutir sobre o que assistimos. Pesquisar na internet medidas positivas e negativas sobre o tema em questão. Então fazer um texto coletivo para registrar as respostas encontradas.
Confeccionar um painel com recortes de revistas e jornais, contendo de um lado ações positivas e de outro lado ações negativas.
Para finalizar, cada um poderia fazer um desenho do que mais gostou e apresentar aos colegas dizendo os motivos de tal produção.
Por ser um tema muito amplo, poderia ser utilizado em várias aulas posteriores, explorando diversos aspectos em torno da preservação ambiental, inclusive sendo alvo de campanhas a serem desenvolvidas na escola, visitas e passeios a serem realizados.
Segundo o autor José Manoel Moran no texto “O vídeo na sala de aula”, o vídeo tem o poder de mexer com nossos sentimentos, e isso, acredito que muitas vezes, nos faça parar para refletir e posteriormente agir de forma mais responsável. Neste sentido acredito que o vídeo escolhido contempla de forma direta os conceitos abordados, pois nos mostra claramente o meio em que estamos inseridos, fazendo um alerta sobre como devemos cultivar-lo, por uma questão de sobrevivência a todos os seres vivos.
Acredito que o vídeo contribua para uma aprendizagem significativa e ao mesmo tempo prazerosa, pois nos proporciona momentos de descontração, motivação e impulsiona também nossa imaginação. Principalmente na educação especial, o vídeo pode contribuir muito, pois os alunos necessitam do concreto para abstraírem os conteúdos abordados.

Sugestão de link:
http://www.youtube.com/watch?v=6xK7aubTKsc&feature=player_embedded
Avaliação
Professor/a procure observar a participação e o envolvimento dos/as alunos/as na atividade proposta. Esteja atento a possíveis manifestações dos/as alunos/as peça que reflitam sobre como muitas vezes a postura de muitas autoridades impede à implantação de projetos de preservação do meio ambiente. As vezes ao invés de preservar faz é contribuir para o aumento da devastação da natureza, como por exemplo a construção de barragens, pontes, projetos que favorecem o desmatamento para o plantio de soja. Sensibilizar os/as alunos/as para a importância da preservação ambiental, do respeito e valorização dos recursos naturais.






Unidade 2 - Atividade 4 - Planejando Atividade com Hipertexto ou Internet

Curso: Tecnologia na Educacional: ensinando e aprendendo com as TIC
Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha
Tutora: Deusiram de Sousa Barros Silva
Turma: B
Unidade II
Atividade: 4 Planejando atividade com hipertexto ou internet
Plano de aula
Dados da aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
1. Rememorar situações cotidianas de sala de aula que têm produzido efeitos negativos nos relacionamentos interpessoais.
2. Construir as regras de convivência de sala de aula a partir das experiências vividas no grupo.
3. Zelar pelo cumprimento das regras criadas pelo grupo de convivência.
Duração das atividades
Duas ou mais aulas de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Professor, para o desenvolvimento desta aula, é importante que os alunos tenham conhecimentos básicos de leitura, interpretação, escrita e produção de texto. Seria muito interessante trabalhar com os alunos o conceito de regras. De acordo com o dicionário Aurélio, Regra quer dizer "Aquilo que regula, dirige, rege ou governa" também "Aquilo que está determinado pela razão, pela lei ou pelo costume; preceito, princípio, lei, norma". Dessa forma, as regras de convivência prescrevem o nosso modo de pensar e de agir em vários espaços sociais.
Estratégias e recursos da aula
1ª ATIVIDADE: O professor deverá iniciar a aula apresentando algumas imagens para os alunos:
a) Imagem 1
Fonte:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSppl4wb_K1Ggq3dh-jPPgFfSQDn91IQrCJxmq9rV_MauZxZRn_0PhR_NGI2NwlcMLil8aY-U4_8Wn_jHzj_BQ-mQin-uMCTmBmZ8dSvhGVdKNYgdvo_6zNjsvbe2K_AD3yp9bElKqVGW1/s400/RegrasRotina1.jpg
b) Imagem 2
Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjhVNiGepCyvI9EHI2sAZV1SwOE9VuEG9GNhsWekpPLMjFRDIFSTpDdUqkm3n-How3-RcBJPvg156p_0wmxiLKZWEQ2LGFahDVIOAltL6A3lJcCgT3zRk622VSlcLIUTLTEymveSVchkoe/s400/RegrasRotina3.jpg Em seguida, o professor deverá pedir aos alunos que digam o que cada imagem representa e que relações eles conseguem estabelecer entre aquelas cenas apresentadas e o cotidiano de sala de aula. Tendo as imagens como inspiração, professor e alunos deverão construir as regras de conduta, ou seja, o que “vale” e o que “não vale” na convivência diária de sala de aula. O trabalho poderá ser ampliado com a construção de outras regras, com a mediação do professor, a partir de reflexões realizadas pelos alunos acerca de situações que têm ocorrido em sala de aula, produzindo efeitos negativos nos relacionamentos interpessoais.
Cada “par de regras” construído - o que “vale” e o que “não vale” -, deverá ser escrito em tiras de papel (Professor, seguem alguns exemplos de “pares de regras”: “Vale correr no pátio. Não vale correr em sala de aula”; “Vale dialogar com o colega. Não vale brigar”; “Vale gritar no pátio. Não vale gritar em sala de aula”; “Vale jogar o lixo na lixeira. Não vale jogar o lixo no chão da sala de aula”; “Vale aguardar a sua vez de falar. Não vale interromper os colegas e nem o professor” e outros). Posteriormente, estas tiras contendo os “pares de regras” deverão ser ilustradas com gravuras ou desenhos dos próprios alunos e organizadas para compor um painel de sala de aula, podendo ser consultadas diariamente. Os alunos poderão, também, registrar os pares de regras em seus cadernos.
2ª ATIVIDADE: Neste momento, o professor deverá colocar a seguinte questão para os alunos: Se as regras de convivência de sala de aula construídas por nós, para orientar as nossas ações, não forem cumpridas, o que poderá acontecer? (Professor, é comum nesta faixa etária dos alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, que eles façam sugestões punitivas, bastante severas e rígidas para os que transgridem as normas, as regras estabelecidas. Regidos por um pensamento ainda egocêntrico, geralmente não conseguem articular/coordenar diferentes pontos de vista e nem analisar as situações considerando as intenções dos outros. Conseguem apenas perceber os efeitos produzidos pela transgressão das regras, de forma unilateral. É seu papel de educador, criar situações desafiadoras que favoreçam a construção de novas estruturas do pensar).
Após ouvir as idéias dos alunos, o professor deverá problematizar cada sugestão trazida por eles, destacando aquelas que caracterizam as “sanções expiatórias” ou punitivas e as referentes às “sanções por reciprocidade” (Professor, “Piaget (1932/1965) discutiu seis tipos de sanções por reciprocidade que oferecem uma maneira útil de pensar sobre como enfrentar as transgressões em sala de aula: Conseqüências Naturais, Compensação, Exclusão, Censura. Existem ainda, as sanções do tipo privar o transgressor do objeto mal-usado e fazer ao outro o mesmo que ele fez. O objetivo da consequência é comunicar que aquele que errou perturbou um relacionamento interpessoal”).
Fonte: http://www.existencialismo.org.br/jornalexistencial/alternativas.htm “ Alternativas Cooperativas à Disciplina” do psicólogo e sociólogo Maurício Castanheira.
Em seguida, alunos e professor deverão elaborar um texto sobre as consequências decorrentes da transgressão às regras combinadas. Este texto deverá ser afixado no caderno de cada aluno e também no espaço coletivo da sala de aula.
3ª ATIVIDADE: O professor dividirá os alunos em grupos e a tarefa de cada grupo é construir um “Jogo de Baralho” das regras de convivência na sala de aula e das consequências relativas à transgressão das mesmas. As cartas do jogo formarão pares complementares. (Professor, seguem algumas sugestões de pares complementares que poderão compor o Jogo de Baralho: 1º par: Em uma das cartas, “Vale manter a sala de aula limpa”, na outra, “Não vale sujar a sala de aula”; 2º par: Em uma das cartas “Se estragou alguma coisa...” e em outra, “Se estragou, tem que consertar ou repor o objeto”; 3º par: Em uma das cartas “Se rasgou algo...” e em outra, “Se rasgou, tem que colar ou repor o objeto” e outros).
Terminada a confecção do baralho, o professor deverá distribuir as Regras do Jogo para cada grupo. Após a leitura das Regras, cada grupo deverá iniciar o jogo.
REGRAS DO JOGO DE BARALHO
Participantes:
O número ideal de participantes é no mínimo 04 e no máximo 08 jogadores.
Baralho:
Utiliza-se o baralho dos pares complementares construído pelos grupos de alunos.
Objetivo:
O objetivo de cada participante é o de se livrar das cartas que estiverem em sua mão e fazer o maior número de pares possíveis.
Regras:
Inicialmente escolhe-se o carteador.
A escolha pode ser feita por sorteio sendo escolhido aquele que tirar a carta maior.
O carteador embaralha as cartas e pede ao jogador sentado à sua direita que proceda ao corte do baralho.
A distribuição das cartas se dará a partir do jogador à esquerda do carteador.
O carteador deverá distribuir, uma a uma, todas as cartas do baralho.
Depois de distribuídas todas as cartas cada jogador deverá formar todos os pares complementares possíveis com as cartas que estiverem na sua mão.
Os pares formados serão colocados na frente do jogador que os formou.
Depois que todos os jogadores tiverem feito todos os pares possíveis, inicia-se a fase de compra de cartas.
O primeiro jogador a esquerda do carteador inicia esta fase comprando uma carta do leque do jogador colocado à sua esquerda. Se fizer par, deverá colocá-lo sobre o monte à sua frente. O jogo segue assim, um jogador comprando carta do jogador à sua esquerda.
Vence a rodada quem fizer o maior número de pares.
Uma forma interessante de escolher o vencedor ou vencedores da rodada, poderá ser a que se segue: O jogador, à esquerda do carteador, deverá iniciar a leitura de cada par de cartas formado. O grupo decidirá que aluno merece ganhar aquele ponto, por conseguir cumprir aquela regra específica de convivência em sala de aula. Segue-se o mesmo procedimento, até que todos os jogadores tenham realizado a leitura dos pares de cartas. Os pontos serão anotados em uma folha de papel logo abaixo do nome de cada participante do grupo. Vence a rodada o aluno que fizer o maior número de pontos. Esse procedimento escolhido para decidir o vencedor ou vencedores do jogo, possibilita a reflexão e análise acerca do cumprimento ou não das regras estabelecidas pelo grupo, favorece o diálogo e a comunicação entre os alunos e a aprendizagem do respeito mútuo. (Professor, os alunos poderão construir alguns "Jogos de Baralho" de pares complementares - de perguntas e de respostas relacionadas aos conteúdos trabalhados durante as aulas dos vários conteúdos de aprendizagem. A criação na escola de Projetos de Trabalho Interdisciplinar na modalidade de Oficinas de Jogos, possibilita a construção do conhecimento pelos alunos de forma lúdica, prazerosa e significativa!).
Recursos Complementares
Professor, como recurso complementar para esta aula, sugerimos o vídeo da Profª Ana Aragão da UNICAMP, que comenta três casos de indisciplina encaminhados pela escola de maneira equivocada, disponível no sítio http://www.youtube.com/watch?v=wcuUwCnfjBo&feature=related
Também sugerimos o vídeo “Indisciplina” de Terezinha Rios, disponível no sítio http://www.youtube.com/watch?v=tnJ4jB2yN-c&NR=1
Avaliação
A avaliação deverá ser contínua, processual, diagnóstica.
Auto-avaliação dos alunos (oral ou por escrito): Participação individual e grupal nos momentos da aula propostos pelo professor.
Avaliação dos alunos pelo professor: Respeito aos momentos de fala e de escuta e às opiniões dos colegas. Envolvimento e participação dos alunos nas atividades propostas. O professor deverá verificar se os alunos conseguiram: construir as regras de convivência de sala de aula a partir das situações cotidianas que têm produzido efeitos negativos nos relacionamentos interpessoais; zelar pelo cumprimento das regras criadas, refletindo sobre as consequências da transgressão às mesmas; construir e jogar o “Jogo de Baralho” sobre as regras de convivência.

Unidade 2 - Atividade 3 - Wikipédia.

Entende-se que,Wikipédia é uma enciclopédia online livre, colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Por esta ferramenta ser livre, qualquer artigo dessa obra pode ser transcrito, modificado e ampliado, desde que preservados os direitos de cópia e modificações, Este é recurso é de suma importância para ser trabalhado com o aluno, pois envolve varias disciplinas.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O que é hipertexto?

Curso: Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC
Unidade: II
Atividade: 2

Cursista: Célia Regina da Cruz Rocha
Data: 14/05/2010


Entende-se, que o hipertexto é um recurso que veio pra facilitar a vida da humanidade; É também um recurso muito interessante e de grande importância a ser utilizado em atividades escolares, pois oportuna ao professor e também ao aluno a vivenciarem inúmeros de opiniões e opções ativando a curiosidade de cada um, é um livro que não precisamos folhear e sim clicar no link desejado. É uma leitura ótima, mas, corremos o risco de perdermos na navegação, pois são muitas as informações e até mesmo nossa curiosidade em clicar todos os links.
O hipertexto traz tambem como vantagem para a educação a construção do conhecimento compartilhado
Minha primeira experiência foi muito legal, embora sentir um pouco de receio, medo de errar, mas tive coragem de estar lidando com aquela situação agradável que acabou sendo uma espécie de terapia e de passa tempo na minha vida profissional e estudantil..
Como já é o segundo curso que faço nesta nova modalidade de ensino, hoje me sinto mais a vontade para enfrentar os obstáculos que surgem a todo instante, pois já fazemos parte desse mundo tecnológico que estar inserido em todas as escolas.
Portanto, trabalhar com hipertexto em sala de aula, é de suma importância e também gratificante, pois aprendemos num sistema de colaboração.
O próprio conceito hipertexto, nos leva a essa interação.
Seria interessante se todas as escolas adotassem esse recurso como fonte de pesquisa.

Conhecendo as tecnologias da escola.

Quem sou como professor e aprendi?

CURSO TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC
ATIVIDADE 1
CURSISTA: CÉLIA REGINA DA CRUZ ROCHA

QUEM SOU COMO PROFESSOR E APRENDIZ?

Os textos em estudo abordam questões voltadas à aprendizagem como construções de conhecimentos, e também sobre as novas tecnologias na Educação.
Vivemos em uma sociedade em que a cada dia se evolui com novas técnicas, convivemos com uma escola que passa por dificuldades para enfrentar essa sociedade globalizada em quase todos os sentidos. Sabemos que à educação cabe o ato de pensar do aluno, futuro profissional. Sendo assim o papel do professor nos dias atuais é de superar vários obstáculos e cabe a ele o papel de vencer os desafios de cuidar da aprendizagem de seus alunos e não de ficar com aulas meramente repetitivas. Assim, ser professor é ser um eterno aprendiz de novas técnicas, pois dar aula é fazer com que o aluno aprenda e não que ele nos repasse decorebas cotidianos. Sabe-se que se o aluno for incentivado pelo seu professor a descobrir os fatos, com certeza ele irá desenvolver suas habilidades com mais eficácia. Mas o professor também deve estar em constante aprendizagem através da mídia, de cursos e também com o próprio aluno. Aquilo que ele aprendeu, com certeza será um entusiasmo para ele ensinar ao professor e aos colegas. Pois, a aprendizagem se efetiva dentro do processo de sala de aula, onde o professor e o aluno estão cotidianamente interagindo, ao mesmo tempo em que a pesquisa e os conceitos vão sendo estudados.
Diante deste contexto, é preciso estar acompanhando essas mudanças, a sociedade espera da escola novos métodos de ensino, e se faz necessário que quando o aluno ao sair da escola aplique esse aprendizado nas práticas do dia-a-dia, e que esta tenha uma relação entre o aprender e aplicabilidade para enfrentar a vida.